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Planejamento estratégico: 6 ferramentas para colocar em prática na sua empresa

Todo gestor almeja alcançar as metas e objetivos da organização a médio e longo prazo, otimizando os recursos disponíveis e optando por decisões mais assertivas que gerem impactos positivos nos resultados e crescimento do negócio. O Planejamento Estratégico é o responsável para que tudo isso se torne realidade.

Para isso, é necessário programar todas as ações que serão praticadas na sua empresa, definir metas e a melhor forma de obtê-las, alocar recursos e focar as energias na direção desejada, transformando ideias em resultados.

Separamos aqui 6 ferramentas para você colocar o seu planejamento estratégico em prática, impulsionando a sua empresa na direção certa.

Missão, Visão e Valores: o primeiro passo do planejamento estratégico

O ponto de partida para um bom planejamento estratégico é definir a missão, visão e valores da sua empresa, sem eles, os objetivos não são claros, o que acaba dificultando o crescimento do negócio.

É por meio desse trio que o empreendedor consegue refletir sobre o papel do seu negócio na sociedade e sobre o futuro da sua empresa. Evidentemente você já ouviu essas três palavras, mas você sabe qual é a diferença entre elas?

Basicamente a missão é o propósito da sua empresa existir, para defini-la, você deve esclarecer o benefício que é gerado por ela para o público-alvo, é importante destacar que a missão deve ser curta e fácil de ser lembrada, além de ser inspiradora e desafiadora para os seus colaboradores e parceiros.

A visão é onde a sua empresa deseja chegar (em um período de tempo definido), ou seja, é a determinação de uma visão de futuro para o seu negócio, com os objetivos que deseja atingir nos próximos anos. É fundamental que na definição sejam traçados indicadores e metas, que possibilitem a visualização dos resultados alcançados. E por último, mas não menos importante, os valores, que são os ideais de atitude e comportamento que devem estar presentes nos colaboradores e nas relações da empresa com seus clientes e parceiros.

Análise 360° de oportunidades de negócio

Se você está com a cabeça cheia de boas ideias, mas não sabe qual delas transformar em um negócio lucrativo, essa é a ferramenta de planejamento ideal.

A Análise 360° avalia qual das suas ideias tem a melhor oportunidade de negócio no mercado, permitindo o teste sob múltiplas abordagens, e facilitando assim, o processo de priorização e escolha final, evitando que você selecione ideias inviáveis e que só levarão ao desperdício de recursos.

A ferramenta é um gráfico em círculo com várias perguntas e 10 raios, que avaliam os aspectos externos, ou seja, aqueles que dependem do ambiente e da relação da sua ideia com o mercado, e os aspectos internos, que dependem da relação da ideia com o seu perfil empreendedor.

É importante ressaltar que a análise deve ser feita com cada uma das ideias de forma individual, assim, você poderá comprar os diferentes gráficos formados, escolhendo a ideia que alcançar as maiores notas.

Confira como conhecer o mercado onde sua empresa está inserida! Análise SWOT

Possivelmente essa técnica é a mais conhecida e utilizada pelos administradores para o planejamento estratégico nas empresas.

Também conhecida como Matriz SWOT ou Análise FOFA, é uma das ferramentas relativamente mais simples e úteis para entender o ambiente interno e externo que a sua empresa está inserida.

O termo SWOT significa em inglês Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, quando traduzimos para o português obtemos a sigla FOFA, que significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças.

Nesse momento você deve estar se questionando: mas o que cada uma dessas palavras significa na prática? Os tópicos abaixo podem te ajudar a entender melhor:

  • S (strengths ou forças): são as vantagens internas da sua empresa em relação a seus concorrentes;

  • W (weaknesses ou fraquezas): são as principais desvantagens internas da sua empresa que te prejudicam em relação aos seus concorrentes;

  • O (opportunities ou oportunidades): são as forças externas que influenciam positivamente no seu negócio;

  • T (threats ou ameaças): são os aspectos externos negativos que podem gerar riscos na competitividade da sua empresa.

Sendo assim, após analisar todos os dados, você conseguirá propor ações estratégicas para alcançar os objetivos da sua empresa e os melhores resultados, potencializando as oportunidades e utilizando os pontos fortes para corrigir as fraquezas e evitar as ameaças.

Confira aqui a importância competitiva do conhecimento de mercado! As 5 Forças de Porter alinhado ao planejamento estratégico

Com essa ferramenta de planejamento estratégico você consegue analisar o ambiente competitivo em que a sua empresa está enquadrada, e determinar o melhor posicionamento para ela diante dos concorrentes.

As 5 forças são úteis pois o empreendedor passa a ter uma visão mais abrangente das concorrências e de como tirar proveito delas.

Segundo Porter, as forças nunca mudam, são fatores imutáveis e que independem do tamanho e segmento da empresa. A avaliação de cada uma possibilita a identificação de falhas e de possíveis oportunidades competitivas. Mas afinal, quais são as 5 forças de Porter?

  1. Rivalidade entre concorrentes: Qual é o grau de competição existente?

  2. Poder de barganha dos fornecedores: Quanto a sua posição no mercado depende de quem fornece a matéria-prima?

  3. Poder de barganha dos clientes: Qual a proporção de compradores para fornecedores do meu produto?

  4. Ameaça de novos concorrentes: Qual é o nível de dificuldade para novos players iniciarem suas próprias operações?

  5. Ameaça de novos produtos ou serviços: Quais são os produtos e serviços substitutos?

Se você não conhecia as 5 forças de Porter, agora entende a sua importância para analisar a competitividade e tirar dela insights valiosos para a sua empresa.

Matriz BCG

Essa é uma metodologia de análise gráfica e está relacionada com o ciclo de vida de um produto e as estratégias de venda.


Ela serve para que você melhore a oferta de seus produtos e/ou serviços existentes, priorizando os que geram mais lucro e exigem menor esforço na venda. Para utilizar a ferramenta, você deve posicionar o seu produto em um dos quatro quadrantes:

  • Vacas-leiteiras: já se encontram bem estabelecidos no mercado, geram lucro para a empresa e não necessitam de muito investimento, principalmente em marketing e vendas.

  • Produtos estrela: geram muito lucro, entretanto, exigem altos investimentos para obter uma boa margem de vendas.

  • Ponto de interrogação: ainda não geram lucros significativos. Na maioria das vezes são produtos inovadores ou lançados recentemente no mercado, que possuem potencial de lucro, mas exigem investimentos elevados.

  • Produtos abacaxi: não possuem uma boa venda e margem de lucro, e o mercado para esses produtos não apresenta crescimento. Normalmente são aqueles que deixaram de ser vacas-leiteiras ou interrogações que não deram certo.

Com os resultados da análise, é possível definir quais atitudes serão tomadas em relação ao produto e/ou serviço: construir (expandir a participação no mercado), manter (não fazer nenhuma alteração e deixar do jeito que está), colher (aproveitar os lucros e gradativamente descontinuá-lo), ou abandonar (encerrar a produção). Quer saber mais sobre planejamento estratégico para a sua empresa? Clique aqui e saiba sobre nossos serviços. Definição metas e indicadores (SMART)

As metas direcionam os esforços em busca de algo desejado, assim, empresas que traçam metas aumentam a produtividade dos colaboradores e consequentemente, obtém melhores resultados.

Entretanto, é muito importante ter cautela ao criá-las, pois devem servir como estímulos e gerar motivação, nunca o oposto.

Para isso, existe o método SMART, que funciona como um checklist que verifica se cada uma das metas estipuladas possui os requisitos para o sucesso, se baseando em 5 fatores:

  • S (specific ou específica): as metas devem ser claras e objetivas, é necessário que todos os colaboradores envolvidos tenham entendimento do que se trata;

  • M (measurable ou mensurável): deve ser mensurável, sendo possível definir se a meta foi cumprida ou não;

  • A (attainable ou atingível): deve ser visível que é possível atingir a meta traçada, um erro nesse fator pode ser frustrador e desmotivador para toda a equipe.

  • R (relevant ou relevante): a meta deve ser relevante para o negócio. Quanto mais relevante, mais motivados os envolvidos estarão.

  • T (time based ou temporal): qualquer meta traçada deve ter um prazo máximo a ser atingida.

Resumidamente, uma meta precisa ser específica, mensurável, atingível, relevante e temporal. Seguindo todos os requisitos, a sua equipe estará empenhada a alcançá-las e a sua empresa chegará ao sucesso almejado. Confira um dos nossos cases de sucesso de planejamento estratégico!





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